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Para Assistir: Para Sempre Alice!

9 de novembro de 2016

Para Sempre Alice, de Lisa Genova, se trata de uma história sobre o Alzheimer. Caso queiram assistir ao filme ou ler ao livro, recomendo que compre lenços, muitos lenços! Alice é uma professora de psicologia e linguística de Harvard, casada com John, um ótimo marido, que está sempre a apoiando, inclusive durante o período mais difícil de sua vida: quando descobre a doença. Eles possuem 3 filhos: Anna, formada em Direito, Tom na área de medicina e Lydia, que ainda não sabe o que quer para sua vida, mas estuda teatro. 


O filme é incrível e sensível! Ele retrata da melhor forma possível os estágios da doença, desde a descoberta até o seu final. No começo Alice começa a se esquecer de coisas simples, até que um dia ela não consegue se lembrar de como chegar em casa depois de uma corrida a Universidade. Então ela decide procurar por um médico, para saber o que estava acontecendo com ela e depois de vários exames o diagnóstico: um caso raro e precoce de Alzheimer

Alice era uma das professoras mais elogiadas da Universidade, com o tempo e o avanço da doença, ela teve de deixar para trás o seu trabalho e seus alunos. Começa a conviver com a perda de memória cada vez mais frequente, ver tudo o que conquistou durante anos de sua vida se esvaindo a deixa atormentada e com medo do futuro inserto que lhe aguarda. 


O que a conforta é saber que pode contar com sua família. Com toda certeza uma das minhas cenas preferidas é a em que ela grava um vídeo para ela mesma assistir quando estiver num estágio avançado da doença onde não saberá mais quem ela realmente é. Nesse vídeo ela a lembra de toda sua vida, de suas conquistas, do seu marido e de seus filhos. Sinceramente, não tem como não chorar. A gente torce para que tudo termine bem, para que o filme tenha um final feliz, para que alguém consiga descobrir a cura para uma doença tão triste, mas as coisas não são tão simples assim. 

Sou esposa, mãe e amiga, e logo serei avó. Ainda sinto, compreendo e sou digna do amor e da alegria dessas relações. Ainda sou uma participante ativa da sociedade. Meu cérebro já não funciona bem, mas uso meus ouvidos para uma escuta incondicional, meus ombros para que outros chorem neles, e meus braços para abraçar outras pessoas com demência. […] Não sou uma pessoa moribunda. Sou alguém que vive com a doença de Alzheimer. E quero fazê-lo tão bem quanto me for possível.
Assistam, recomendo. 

2 comentários:

  1. Esse filme é simplesmente maravilhoso. Chorei demais, mas eu amei.

    beijos, Love is Colorful

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  2. Será que assisto? Fiquei curiosa, mas poxa vida, chorar sem parar? Prefiro mil vezes terror do que chorar desesperadamente com um filme assim, rs. Mas acho que vai para lista de próximos a assistir.


    Beijos,
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