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Sobrevivi aos 21 anos.

1 de setembro de 2015

Esse ano me fez e continua fazendo refletir um pouco sobre muito. Ou muito sobre pouco, não sei. Com o tempo aprendemos a desapegar do passado, abrir mão de coisas banais que não nos levam a lugar nenhum. O ano de 2015 está sendo no mínimo um ano de muito aprendizado. Fiz tempestade em copo d'água como o de costume, achei que iria morrer ao deslocar a mandíbula, passei noites em claro, me decepcionei com pessoas que partiram na mesma velocidade que chegaram e cruzaram minha vida.


Talvez eu esteja experimentando um lado novo da vida. Sinceramente, acho incrível o quanto mudei e estou mudando. Não consigo mais guardar mágoa em relação a decepções. Por mais que eu fique chateada com algo ou alguém, meu coração só consegue guardar coisas boas e se encher de sentimentos puros. Óbvio que tudo leva um tempo pra se transformar. Não estou dizendo que se tu me decepcionares agora neste exato momento eu não irei ficar chateada, charo que vou! Mas o sentimento ruim não vai durar por muito tempo. Posso comparar com uma tempestade, que logo após a tormenta o sol volta e aquece tudo novamente. É exatamente desta forma que estou me sentindo aos 22 anos de idade. 

Já me peguei dançando pela casa ao som de Tiago Iorc sem nem ao menos ter motivos. E eu pergunto a vocês: tem algo melhor que isso? Acredito que não. Eu quase consigo sentir as transformações tomando conta do meu ser. E essas transformações que acontecem ao longo de nossas vidas nos definem. São elas que nos tornam únicos no mundo. Cada qual com suas qualidades e defeitos. 

Talvez agora eu entenda que errei e vou continuar errando ao longo da minha vida. E que muitas pessoas ainda vão chegar e partir. E que muitas delas irão partir sem nem ao menos dizer tchau, e que não posso obrigar ninguém a ficar. Cada um tem sua hora, afinal no final das contas só podemos contar com nós mesmo. Eu preciso priorizar minhas vontades, valorizar quem está ao meu lado pelo que sou. Viver minha verdade e não a dos outros.

Sinceramente, acredito que todo esse amor que preenche o meu ser esteja relacionado a minha fé que cresceu muito neste ano. Me apeguei a Deus de uma forma absurda. Muitas pessoas podem não acreditar, mas eu realmente aprendi a abrir as portas do meu coração e deixar Deus tomar conta de tudo. Ele só quer um espaço em nossas vidas para transformar tudo em luz. Nos transbordar com todo o seu amor. 

A partir daqui, só vou ouvir meu coração. Priorizo minhas vontades e lamento caso não agrade a alguém. Só vou guardar o que for bom e esquecer todo o resto. Exigir de mim apenas ser eu mesma e continuar vivendo um dia de cada vez. 


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